Crescendo com a seleção, jovem Stephanie Soares sonha com Tóquio 2020


icone facebook icone twitter icone whatsapp icone telegram icone linkedin icone email


Stephanie Soares tem apenas 18 anos. Mas pode contar aos quatro cantos que tem em casa uma medalha dourada dos Jogos Pan-Americanos. Campeã em Lima com a seleção brasileira, quebrando um jejum que vinha desde Havana 1991, a ala/pivô está de volta ao selecionado para o Pré-Olímpico das Américas. Com 1,98m, Stephanie joga no The Master's University, nos Estados Unidos, e debutou no Brasil no ano passado, no Sul-Americano de Tunja, na Colômbia.

- Estou muito feliz com tudo isso que vem acontecendo. Com a possibilidade que estou tendo de me desenvolver, de crescer como jogadora. Depois da medalha do Pan, jogar aqui em um Pré-Olímpico das Américas, é algo muito importante para mim - disse Stephanie.


Foto: Divulgação/CBB.jpg

Nos Estados Unidos, Stephanie já vinha chamando a atenção. Em sua estreia na liga universitária Naia, ela teve incríveis 158 tocos, quase cinco por partida. E 294 rebotes, com média de 16,4 pontos por jogo. Na ESPN americana, ela apareceu como um prospecto cinco estrelas para a WNBA. Em seu segundo ano universitário, ela agora sonha também na seleção brasileira. Stephanie quer Tóquio 2020 e para isso precisa ajudar o Brasil a vencer a Colômbia pelo Pré-Olímpico das Américas, às 18h30, em Bahía Blanca.

- Eu não imaginava que isso poderia acontecer tão rápido. Ganhei essa chance, estou aprendendo bastante com a comissão técnica, com as meninas. E é uma oportunidade que não posso deixar passar. Todo jogador sonha em jogar uma Olimpíada. Todo mundo que já jogou fala sobre com é esse momento, e estou muito empolgada e querendo trabalhar para que isso aconteça - citou Stephanie.

Fugir do basquete era impossível para Stephanie. A família está toda no esporte. O pai jogou na Master's University no passado. Sua mãe, americana, jogou na Universidade do Texas e inclusive com Hortência em Sorocaba. O irmão, Tim Soares, de 2,11m, atua na mesma TMU. Ela começou no projeto Atletas em Ação, depois foi para o Sport Recife, Bradesco e então rumou para os Estados Unidos para se desenvolver.


Foto: Divulgação/CBB.jpg

- Meus pais sempre quiseram que eu jogasse basquete, também para conseguir uma bolsa de estudos para ajudar em casa. Meu sonho é me formar em cinesiologia, jogar profissionalmente nos EUA ou fora, e seguir na seleção brasileira - garantiu Stephanie.

Como os Estados Unidos estão classificados para Tóquio 2020, a chave do Brasil no Pré-Olímpico das Américas classifica apenas um país para o Pré-Olímpico Mundial. Assim, o Brasil precisa ser melhor que Colômbia e Argentina.

16 de novembro, sábado 18h30 - Brasil x Colômbia 21h - EUA x Argentina

17 de novembro, domingo 18h30 - EUA x Colômbia 21h - Brasil x Argentina

« Voltar