#OndeoBasqueteVive: a CBB quer saber a sua história com o esporte

21.05.2020   |   História
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O arremesso na lixeira da cozinha com o guardanapo. A lata de tinta que improvisada vira uma cesta. A madeira com o prego batido se transforma em aro. Cada um a sua maneira, o basquete está na vida de milhões de brasileiros. Crianças, jovens, adultos e idosos que amam a modalidade e que fazem tudo o que é possível para se entreter e praticar o esporte que todos nós amamos. Agora, a Confederação Brasileira de Basketball quer saber: #OndeoBasqueteVive? A iniciativa surgiu através da ex-atleta e técnica de basquete, Sarith Anischa, em parceria com a CBB, após a divulgação da história da pequena Hadassa, de Rondônia, que joga basquete de forma improvisada e irá receber da CBB um kit para manter seus treinos com uma estrutrura melhor.

As pequenas Maria Clara e Maria Luísa jogando basquete de forma improvisada. Foto: Acervo pessoal

Com a pandemia e o distanciamento social, o basquete teve que ficar de fora das nossas atividades. Nem por isso, precisamos ficar longe dele.A ação feita pelas redes sociais usando a #OndeoBasqueteVive quer motivar as pessoas a enviarem vídeos de 15 segundos mostrando como interagem com o basquete sempre com a hashtag da campanha.

É sabido que nem todas as pessoas tem tabela e bola para treinar em casa, por isso é importante incentivar a criatividade de quem pratica a modalidade. O basquete não vive só na quadra, não vive só para quem joga nos parques, não vive só para quem joga em algum time profissionalmente. O basquete vive no coração das pessoas. O melhor momento de mostrar que mesmo longe, estamos perto, é agora!

A pequena Hadassa treinando de forma improvisada em casa. Foto: Acervo Pessoal

- O basquete vive na minha família desde que eu nasci, hoje sou técnica e transfiro esse amor para os que conheço. Meus irmãos são profissionais e de vez em quando o basquete aparece na nossa casa em forma de disputa saudável. Ficamos na casa da minha mãe vendo quem consegue fazer a cesta mais complexa. E quando não temos material, usamos a imaginação e a meia vira bola e o balde vira cesta. Aprendemos que toda forma de amor ao basquete vale a pena. E qual é a sua? - explica Anischa, que é irmã de Arthur Pecos, com passagens no Flamengo, Mogi, Corinthians e Seleção Brasileira.

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