Campeã Mundial em 1994, Roseli fez do amor pelo basquete um assunto de família

09.07.2019   |   Grande Família
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A ala Roseli do Carmo Gustavo é uma das 12 heroínas que fizeram parte da conquista do inédito título do Campeonato Mundial da Austrália, em 1994. A número 10 da Seleção Brasileira na ocasião integra uma família que mantém viva a tradição no basquete.

Uma de suas principais características em quadra era a marcação. Praticamente, não deixava as adversárias respirarem enquanto estava em quadra. No Campeonato Mundial da Austrália, por várias vezes foi chamada pelo técnico Miguel Ângelo da Luz para exercer essa função sobre uma determinada atleta adversária.

“A década de 90 foi muito importante para o basquete feminino com grandes conquistas. Começou com a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Cuba, em 1991, e depois com o título do Mundial da Austrália. Fico feliz e honrada de fazer parte dessa história. Ter sido campeã mundial foi um sonho que se tornou realidade quando tinha 23 anos. Foi maravilhoso, sensacional. A ficha demorou para cair”, recordou Roseli, que também integrou o elenco do selecionado nacional na conquista da medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996.

Aos 47 anos (25 de julho de 1971), a ex-jogadora, que marcou 23 pontos no Mundial, continua muito próxima ao basquete. Desde 2005 reside em sua cidade natal, Araraquara (SP), exercendo a função de Coordenadora Executiva de Esportes e Lazer do município; além disso, é a coordenadora do Sesi Araraquara, equipe pela qual atuam as suas sobrinhas, Karen e Sílvia.

“Fico muito feliz por ter inspirado meus sobrinhos a jogarem basquete. Somos de uma família voltada totalmente para o esporte. Meu filho Felipe jogou basquete, tenho mais sobrinhos que jogaram, porém não seguiram a carreira. De geração em geração vamos mantendo nossa dinastia na modalidade que tanto amamos", comemorou.

Sobrinho da campeã mundial e primo das vice-campeãs mundiais com a Seleção Brasileira Sub-21, Sílvia e Karen, Welington Reginaldo dos Santos, o Nezinho, prova que o basquete está mesmo no sangue. O atleta acumula títulos nacionais e com a Seleção Brasileira foi campeão Sul-Americano em 2006, além de ajudar o Brasil a conquistar o título inédito da Copa América de 2005, na República Dominicana. Em 2007, foi campeão dos Jogos Pan-Americanos realizados no Rio de Janeiro (RJ).

“Essa tradição começa pela minha tia Roseli, depois daí foi dada a largada no basquete para toda nossa família. Ela foi a maior influenciadora no momento de todos nós”, finalizou o armador que atuou pelo Universo/Brasília na temporada 2018/2019.
 

 

 

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