Imprensa
30/08/2012 - Matheus Dalla
Como o basquete entrou na sua vida?
Comecei em uma escolinha pela influência dos amigos, e foi quando eu realmente conheci o basquete. A partir daí, ganhei bolsas escolares e foi o que me motivou a seguir adiante na modalidade. Depois disso, representei a seleção gaúcha em um campeonato Sub-16, e foi nesse momento que o Limeira me descobriu. No começo foi difícil me afastar da família, pois sou filho único. Mas a galera do Winner sempre me recepcionou muito bem e isso ajudou na minha adaptação. Estou há quatro anos aqui e considero esse clube como minha segunda casa. Fico feliz em retornar.Qual o significado do basquete para você?
O basquete deixou de ser um hobby e virou a minha profissão há muito tempo. Neste momento, me dedico ao meu rendimento e a melhorar cada vez mais. O basquete me proporcionou muitas coisas positivas e tenho certeza que irá proporcionar ainda mais.
Você jogou em Vila Velha (ES), na 4ª edição do NBB, depois de brilhar na Liga de Desenvolvimento. Quanto valeu essa experiência profissional para você ser convocado para a Seleção Brasileira e agora retornar ao Limeira (SP)?
Essa minha ida para o Vila Velha foi muito importante, pois lá eu pude adquirir muita experiência. Esse empréstimo para o time do Espírito Santo abriu muitas portas para mim. E agora voltando para o Limeira, quero passar tudo que aprendi nessa última temporada aos meus companheiros. Como o que eu vivi com a seleção. Quero utilizar tudo agora.Você bateu seu recorde pessoal em uma partida contra o Tijuca (RJ), no NBB, marcando 32 pontos. Você acertou um total de cinco bolas de três pontos. O que você acha que o levou a conseguir essa marca? Muito treino ou foi sorte?
Com certeza, muito treino. Vinha em uma sequência forte de treinos e estava realizando bons jogos. Eu estava pronto para essas bolas e fiquei muito feliz em, principalmente, conseguir ajudar a minha equipe.
Você foi convidado para treinar com a Seleção Brasileira Sul-Americana e com a olímpica. E chegou a entrar em quadra contra a Argentina, no Super Four, em Foz do Iguaçu (PR). O que soma para você esta experiência?
Eu acredito que treinar com a Seleção foi uma das experiências mais incríveis que já tive como atleta. Ali, convivi com os melhores do Brasil e tive a oportunidade de extrair o lado bom de cada jogador, e incorporar isso para o meu jogo. Foi muito positivo assistir o grupo de perto e aprimorar a minha visão dentro de quadra. Além de ter a oportunidade de treinar sobre o comando de Ruben Magnano. Foi inesquecível.Quais são seus principais objetivos agora? sonha estar nas Olimpíadas de 2016?
Primeiro pretendo fazer um ótimo campeonato paulista. Levar o time para final, e focar no NBB. Futuramente com certeza vou pensar na Seleção Brasileira, pois 2016 é o meu maior objetivo. Mas tenho ainda muito trabalho e dedicação pela frente.













